domingo, 29 de maio de 2011

Big girls don't cry



Finally I realized that my old fairy tale it is over.
it's time to move on now, it's time to dry my tears, it's time to grow up.
I've a long and hard way to chase, alone.

terça-feira, 17 de maio de 2011

"Those happy hours I spent with you,
That lovely afterglow,
Most of all, I miss you so.
Your sweet caresses each rendezvous,
Your voice so soft and low,
Most of all, I miss you so.
You once filled my heart,
No regrets, no fears,
Now you'll find my heart filled to the top with tears,
I'll always love you,
And want you too,
How much, you'll never know,
Most of all, I miss you so.
I'll always love you,
And want you too,
How much, you'll never know,
Most of all, I miss you so.
I'll always love you.
I miss you so"

"What'll I do when you
Are far away
And I'm so blue,
What'll I do?
What'll I do when i
Am wondering who
Is kissing you,
What'll I do?
What'll I do with just
A photograph
To tell my troubles to?
When I'm alone
With only dreams of you
That won't come true,
What'll I do? "

abjecto e almejado passado.

Voltou. Embarcou na sua lúgubre nau. Aquela que pensara já ter visto partir, aquela que a levaria aos confins da nostalgia, da solidão, e da saudade. Na nau pairavam os sentimentos mais negros e pérfidos: aqueles que em tempos foram excelsos, e hoje, do seu ponto de vista são abomináveis.

abjecto e almejado passado, rumo a ti, nesta nau cheia de tanto e cheia de nada.

terça-feira, 26 de abril de 2011

she

she didn't know nothing about what was happening, and that what was happened before.
she couldn't move her body, only her eyes; she gave a stony stare.
her thought was so far from the reality that I can't even explain. in her mind's corners, the shadows were so many that looked like she'd never see the sunset or just the sunrise again.
finally, she sat down on the street pavement and she put her elbows above her knees, and at the same time, her face above her hands. a tear fell down.
she was very mad because she hated that melancholic life, that she had taken, that had consumed her soul.
she was lost. she was empty. she was hurt. she couldn't feel anything: no feelings, no seansantions, no regreats.
she just have lost her coherence. she just have lost her coherent thoughts in her disturbed mind, she just have an empty soul with no kind of a sentimental vibrations, nothing.
she had became a stone.
the time flew, and she realized that she was missed her life. the reason that it was happened was just because she hadn't forgotten her past. for her, past and presente, were the same thing. there was no barrier between them.


now, she hopes a new and better life. a life with bold feelings, with joy, with inner peace; with no routines, with no nostalic afternoons, with no sad songs, with no deep fellings.
she gave opportunity a new relashionship. she hopes it works! at the beginning, she wasn't very excited, because she was haunted by her mind's shadows of her past.
but now, she doesn't know what she gonna do, and even what is supose to do. she only knows one thing, just one simple thing: she won't push down her hope, just because (again). because her fear of being hurt, and commit the same mistakes that she commited in the past. but, contradictorily she thinks that this relashionship will be good because will build a lot of things and at the same time, will heal her scars.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Tu,

Efémero, vil, pérfido, súbito
As cicatrizes que me deixaste cravadas no peito, tu, amor, transparente como o lodo, não querem sarar.
Por ti, asqueroso amor, que tantos ódios agora me causas, eu fui a todos os lugares. Por ti, hediondo amor, quebrei todas as leis impostas. Por ti cego amor, apaguei a luz que avistava no fundo do meu túnel. Por ti triste amor, prantos e prantos me correram na face.
A paga desta incomensurável luta, por ti fero amor, ínfima foi.
Não me deste retribuição! Deixaste-me cair no mais fúnebre dos penedos, quando eu ia já em voo para os céus! E tudo por ti, pérfido amor!
Como pude eu retirar de ti todos os mais sensacionais sentimentos que por alguma vez passei? Como pude eu fazer de ti, referencias tão benignas, tão imponentes e soberbas! Como pude eu? Como pudeste tu cegar-me desta maneira?
Tu, amor súbito, que vens dançando de pés descalços e envolves os crentes, numa armadilha tão perfeita, quase infalível, com o intuito de roubar os corações que ainda por ti afectados não estão! Traição espero agora de ti. Desleal foste para mim!
És veloz, tão veloz, demasiado veloz. E os crentes não dão conta; Os crentes não conta que a tua passagem não é definitiva. Não te conhecem, como eu agora te conheço. Não sabem das tuas manhas, amor ilusório. Olham, iludidos, para a tua luzidia mascara, pior que a que Lúcifer trás consigo, neste momento. E, tão enganados, tão néscios, pensam inquestionavelmente que vens para ficar, ao lado deles e ora pois, eternamente.
Caro amor, desvendado o teu segredo, caída a tua mascara, a verdade pesa-me na alma, pois agora sei que te conheço inteiramente, agora sei de ti, agora sei da realidade e que vivera antes muito longe desta. Tomo e guardo para mim, todas as memórias boas que me proporcionaste. Mas, revolto-me, com desagrado por saber o quão negro és tu, amor.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

mi pájaro libre

Como és livre tu, oh meu Pássaro!
Sem asas, sem penas, sem bico. Apenas encantos!
A tua eterna liberdade cega-me.
Transparente como a mais pura das águas.
E sem asas voas pelas infindáveis ruas que fazes céu.
Céu esse que preenches com incontáveis e nobres sonhos.
Sonhos esses que te fazem, a ti livre Pássaro, nunca deixar de voar, mesmo sem asas.
Onde as montanhas tocam os furiosos e rebeldes mares, irás encontrar-me e notar que, espero pelo dia em que possa finalmente juntar me a ti, nesta longa jornada que percorres livre, pura, e indomávelmente.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Dito Confronto

Procurei-o, procurei-o com um desespero fulminante e irrefreável, naquele aglomerado de gente (que corria incessantemente), com a esperança que já há muito nutria, que era ali que o encontraria. Aqueles que me possibilitam desfrutar de um amanhecer róseo, ou de um estrelado luar estavam portanto mais abertos que os de uma leoa esfomeada e com crias para alimentar! Aquela que me possibilita o raciocínio lógico (algo que me era desconhecido naquele preciso momento) estava de todo assombrada pela euforia e o entusiasmo de o encontrar. E, aquele, responsável por todas as vibrações ocorridas até à data fervilhava de raiva por se sentir dominado por tão soberbo ser! A razão de todos estes pormenores, pouco relevantes à minha situação inicial era inquestionavelmente desconhecida, inquietante e obviamente perturbadora.
Determinei assim que, antes que a sua imponente imagem me viesse lavar os olhos e trazer a instabilidade e por conseguinte a insegurança total, me mentalizasse de que teria que agir sobre os factos que se poderiam vir a desenrolar. Fosse ou não uma tarefa árdua de se fazer cumprir, eu tinha de a executar. “De que estou eu propriamente a falar?” perguntava-me, quando era iluminada por pequenos e inocentes rasgos da oculta racionalidade, pouca que fosse. Raramente encontrava as devidas respostas. Sabia apenas que teria de me mentalizar para o grande confronto que se avistava! Não que das características desse confronto sobressaíssem a crueldade, a frieza e raiva desmedida entre duas pessoas, não; seria certamente, um confronto em toda a verdade era narrada como os segredos dos majestosos livros que prescrevem a nossa História.
Alguns minutos tinham passado. A euforia aliada ao medo de o encontrar, continuavam a correr-me no sangue, como a veloz e faminta leoa na perseguição à sua presa.
Finalmente avistei-o. Avistei-o de longe e lá estava ele! Essa fracção de segundo soou como uma sinfonia harmoniosa, perfeita. Os meus agitados olhos foram literalmente evidenciados para aquele ponto, como se não houvesse nenhum outro. Os raios do tão poderoso Sol incidiam num ângulo de trinta graus sobre o seu corpo tonificado, que agilmente corria. A sua ilustre figura transluzia tudo aquilo que ele realmente era: a sua bravura e a sua audácia faziam mover Everestes; a sua amabilidade derreteria um iceberg; a sua simpatia para com os outros fascinava-me; Para além destes exemplos, tinha também todas aquelas suas feições e pormenores que tornavam a sua pessoa sublime: o seu cabelo cor de mel dançava ao som da ténue brisa que se fazia sentir; apesar de se encontrar em movimento, conseguia ver os seus olhos castanhos que semi-cerrados estavam; os seus pés tropeçavam um no outro de tantas pressas; o seu pescoço ia erguido, como um de um vitorioso romano depois de chacinar um tigre em arena plena;
(Nem sempre o vi como um herói, é um facto, mas após uma série de ocorrências manifestadas e caracterizadas como irregulares, apercebi-me da sua verdadeira capacidade de lutar pelos seus objectivos, do seu brilho que o diferencia das outras pessoas, do seu intelecto inquestionavelmente autentico. E com isto formei a minha crença. Hoje, creio que seja um.)
Depois de instantes contemplando tão nítida imagem, apercebo-me que esta vai perdendo carácter. Cada vez se encontrava mais longe, cada vez o vislumbrava com mais dificuldade. Estava a perde-lo, era certo. Tinha que fazer algo, mas as minhas pernas estavam hirtas. Ficara atónita e sem saber o que fazer. Perdera demasiado tempo. Agora ele estava já lá longe. Mas mesmo assim, num acto repentino e impensado decidi persegui-lo com todas as minhas forças. Gritei o seu nome. Rompi a multidão que nos separava e fui. Foram uns bons passos largos sem que percebesse que o estava a tentar alcançar. Muitos pingos de suor deslizaram até finalmente ouvir a minha exausta voz. Parou; perplexo, por saber que eu o seguira.
Dali se desenrolou a conversa, daí se desenrolaria o confronto.
Como prometera a mim mesma, a verdade seria a palavra-chave para o triunfo deste confronto ou, contrariamente, ao que se pode pensar a minha desgraça total.
Eis o paradoxo: a verdade é sem dúvida uma boa escolha, mas nem sempre trás consigo soluções! Narrar-lhe-ia a verdade, as minhas razões, proferia-lhe o meu romântico discurso, e no final não teria nada mais, nada menos, do que a sua impetuosa presença a milhas do meu gélido corpo. Perdia sucessivamente, a sua excepcional amizade (e sem mais adjectivos para a qualificar, pois é algo que é indescritível!), o que seria tragicamente doloroso. Depois, e do outro lado está a mentira. Ocultar, silenciar, falsear todos estes sentimentos que por ele nutro e cobri-los com as chamadas “Penas da amizade” desculpando todos os gestos, todos os sinais, e todos os impulsos que controlo diariamente na amizade que vivemos, não é portanto, nada saudável!
Soluções havia se, eu vaticinasse. Soluções havia se, eu compreendesse. Soluções havia se, eu reconhecesse. Soluções havia se, eu distinguisse. Soluções havia se, ele se evidenciasse.
Voltados ao desmesurado confronto, que agora era o foco da acção principal: Olhava-o trémula e hesitante, sem me lembrar das ditas promessas. O Medo lá vinha, com grande exército, soldados robustos e agrestes preparados para combater com veemência, contra mim que sozinha em campo estava.
Perante tal situação achei por bem recolher-me do dito e mal estudado confronto, compor uma desculpa minimamente aceitável para o ocorrido, e silenciar o meu coração.